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terça-feira, 1 de junho de 2010

AS PRAIAS e IGARAPÉS DA ILHA DE COLARES

A Praia do Bacuri e sua exuberante paisagem permitem ao visitante momentos de contemplação e tranquilidade. Ao fundo distante cerca de 3 horas de barco encontra-se a localidade de Joanes, na Ilha do Marajó.

Com grande número de igarapés, encontra-se também aqueles que correm diretamente para a Baía do Marajó, como o Cedro e Ariri, que recebe as águas do São Lourenço, seu afluente; Igarapé do Rio Novo (que transforma-se no Sonrisal ao chegar à praia, passando pelo Tubinho, distante 200 metros da sede do clube Luzir). Chácara, Cajueiro e Cajueirinho, Tamandeua, Araqueçaua e outros. Há outros igarapés que são afluentes do Furo da Laura ou Guajará-Miri, destacando-se o Jenipaúba, Piquiateua, Miriteua, Itajurá, Jurupariquara, Açaizal, Colônia, Tintal, da Ponta, Guajará, Titiriteua, Fazenda ou Tupinambá de Dentro, Fazenda (Curuperé) Maracajó e Candeuba. Na área central encontram-se os igarapés Jabuti, Itabocal, Piquiatuba, Juçarateua e Jandiatuba. O igarapé Aide (afluente do Furo da Laura localizado na ilha de Colares). O igarapé do Bituba (afluente do Furo da Laura, serve como parte dos limites com os municípios de Vigia e Santo Antônio do Tauá). Há ainda o Tauapará e Igarapé do Recreio.




Igarapé do "Sonrisal" que recebe grande número de visitantes e que deságua na Baía do Marajó.

A diversidade dos acidentes geográficos é composta ainda:

* Pelos furos:

Furo da Laura : Também conhecido por Guajará-Miri. Inicia na Baía do Sol e desemboca na Baía de Marajó. Inicialmente, seu curso delimita o município de Colares ao Sul, depois segue para o Norte com pesquenas sinuosidades, limitando Colares com o município da Vigia, a Leste. É no Furo da Laura que encontra-se a balsa utilizada para transportar aqueles que chegam pelo continente, através da PA-238, na Vila de Penhalonga (povoada em sua origem por índios e atendida por padres missionários, faz parte do território do município da Vigia) e que desejam adentrar à Ilha de Colares;

Furo Iraqueçaua: Liga a Baía de Marajó ao Furo da Laura ou Guajará-Miri, dividindo a Ilha do Melo da Ilha de Colares.

* Pelas pontas:

A Ponta do Ariri: Situada aproximadamente a 6 milhas da cidade de Colares. É o extremo SW da ilha de Colares, margem esquerda do rio Pará, onde a linha da costa inflete para este até a barra do sul do canal da Vigia, o qual, nessa parte, é conhecido por Furo da Laura. Nesse trecho é a linha da costa bordada por cordões de pedra. A ponta do Ariri forma a extremidade norte de uma grande reentrância denominada baía do Sol, em cuja parte sul deságua o rio Santo Antônio. A entrada da baía é parcialmente obstruída por um banco de areia que se descobre em alguns lugares.



O "Tubinho" , ou Igarapé do Rio Novo, com suas águas doces e geladas é o igarapé mais utilizado pelos moradores da sede do município.


A Ponta do Bacuri e Ponta do Humaitá ficam próximas à sede do município.

A Ponta Bom Jardim, fica no extremo sudoeste.

A Ponta do Carmo: Extremo NW da ilha de Colares, situada à margem esquerda do rio Pará. Esta ponta dá a aparência de cair a pique sobre o mar, por ser coberta de vegetação alta até junto à linha da costa. Cerca de 5,5 milhas dessa ponta fica a cidade de Colares, situada numa planície arenosa, abrigada do mar por um cordão de pedras que se descobre em meia maré e forma um quebra-mar natural, que deita da costa por cerca de uma milha, em direção de NW.

A Ponta do Machadinho e do Piquete, cujas praias deslumbram aqueles que para lá se dirigem em busca de tranquilidade. A ponta do Machadinho fica a 3 km do centro da sede municipal, possuindo cerca de 1,5 km de extensão.

* Pelas ilhas:

- Além da Ilha onde se localiza a sede municipial há a Ilha de Micitinga, Nova, do Melo, Ilhinha, Ilha Juteua (pequenas ilhas que se localizam na baía do Sol) e outras.

* Pela Colina:

- Elevação de 5 metros onde no passado, índios estabeleciam-se desfrutando da posição privilegiada para observar e defender-se de ataques naturais ou de inimigos.

* Pelas Campinas:

Há a Campina do Horizonte e a Campina do Itajurá, com vegetação campestre.



A praia do Machadinho, exuberante recanto, palco do aparecimento de OVN's (Objetos Voadores Não Identificados) segundo inúmeros relatos.

A Ponta do Bacuri e Ponta do Humaitá ficam próximas à sede do município.

A Ponta Bom Jardim, fica no extremo sudoeste.

A Ponta do Carmo: Extremo NW da ilha de Colares, situada à margem esquerda do rio Pará. Esta ponta dá a aparência de cair a pique sobre o mar, por ser coberta de vegetação alta até junto à linha da costa. Cerca de 5,5 milhas dessa ponta fica a cidade de Colares, situada numa planície arenosa, abrigada do mar por um cordão de pedras que se descobre em meia maré e forma um quebra-mar natural, que deita da costa por cerca de uma milha, em direção de NW.

A Ponta do Machadinho e do Piquete, cujas praias deslumbram aqueles que para lá se dirigem em busca de tranquilidade. A ponta do Machadinho fica a 3 km do centro da sede municipal, possuindo cerca de 1,5 km de extensão.

* Pelas ilhas:

- Além da Ilha onde se localiza a sede municipial há a Ilha de Micitinga, Nova, do Melo, Ilhinha, Ilha Juteua (pequenas ilhas que se localizam na baía do Sol) e outras.

* Pela Colina:

- Elevação de 5 metros onde no passado, índios estabeleciam-se desfrutando da posição privilegiada para observar e defender-se de ataques naturais ou de inimigos.

* Pelas Campinas:

Há a Campina do Horizonte e a Campina do Itajurá, com vegetação campestre.

As formações rochosas que encontram-se à orla da sede do município, foram nominadas pelos pescadores e nativos, a partir da orla em direção à maré como: Mata-fomezinho, Mata-fome, Mata-fome grande (onde a cobra grande surgira), Redonda, Quati, Farol, Jacaré, as Pedras de Fora e Custanheira (que estão submersas).



A Ponta do Humaitá, cuja praia acolhe grande quantidade de barcos e que possui uma importante reserva biológica de reprodução de arraias



A MUSICALIDADE E ALEGRIA EM COLARES

ANGELA MIRANDA, cantora e moradora da Ilha de Colares, brinda os ouvintes com belas interpretações da rica música popular brasileira e regional. - Foto: Wagner Santana

O carimbó é dança popular típica e que contagia os ouvintes. - Foto: Wagner Santana

Músicos de Colares, "Gigante", "Quarentinha" e "Dorme na Mira" demonstram a força e a vitalidade do carimbó.- Foto: Wagner Santana

segunda-feira, 31 de maio de 2010

MANIFESTAÇÕES RELIGIOSAS

Imagem de Nossa Senhora do Rosário, padroeira da Ilha de Colares, ornamentada para o Círio, importante festejo religioso municipal.

Importante coleta de dados a respeito do município e de seu patrimônio artístitco-cultural-religioso nos são oferecidas por VALENTINO DOLZANE DO COUTO, que em seu trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em Técnico Cultural, realizado em 1991, intitulado “Perfil Sócio-Econômico-Cultural de um Município do Salgado: Colares”, realizou pesquisa de campo, entrevistando diretamente moradores e visitando localidades, assegurando a coleta de um grande número de informações antes desencontradas e dispersas, que constam ainda de material de informação encontrado na COMPANHIA PARENSE DE TURISMO – PARATUR, como as que seguem:

“Durante o ano, quatro festas religiosas acontecem no Município de Colares:
O Círio de N. Sra. do Rosário é realizado no segundo domingo de dezembro, na sede do município sendo considerada a maior manifestação religiosa da Ilha de Colares..Há novenas e rezas durante as festividades, ocorrendo também, festas, leilões, arraiais e queimas de fogos.
Também são realizadas outras festividades religiosas na sede do município homenageando São Sebastião (13 a 20 de janeiro), Santa Maria (maio), São João e São Pedro (de 22 a 29 de junho).
Outras localidades também possuem seus festejos religiosos: Ariri, Juçarateua, Candeuba – São Sebastião – janeiro; Candeuba, Areia Branca, Itabocal – Santa Maria – maio; Juçarateua, São Pedro, Ariri – junho; Santo Antônio de Colares – Santo Antônio – junho; Maracajó – Divino Esp. Santo – julho; Guajará – N. Sra. do Carmo – julho; Piquiatuba, Santo Antônio de Colares – N. Sra. de Nazaré – agosto; Laura – São Miguel – setembro; Juçarateua – N. Sra. do Perpétuo Socorro – outubro; Maracajó – N. Sra. das Graças – novembro; Mocajatuba – São Tomé – dezembro; Jenipauba de Colares e Jenipauba da Laura – N. Sra. da Conceição – dezembro; Itajurá – São Benedito – dezembro; Fazenda – Santa Luzia – dezembro.
A maioria dessas festas são acompanhadas de esmolação, levantamento e derrubada de mastro, brincadeiras de época (quebra pote, pau-de-sebo, mata-pato, etc.) é comum nessas festas a venda de mingau e tacacá”.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

FOTOS HISTÓRICAS II

A orla de Colares atualmente em foto de Wagner Santana


A orla em torno da sede do município na década de 70